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27 de jun. de 2010

Sintonia::: Especial Trio Nordestino



Playlist com Top 15 contendo os maiores sucessos de Trio Nordestino.

O renovado Trio Nordestino


Trio Nordestino - Amor Não Faz Mal a Ninguém

O trio continuou a gravar e fazer sucesso durante toda a década de 1990. A partir de 2000, o forró volta a fazer sucesso nas rádios do país e o trio perde o único integrante da formação original com a morte de Coroné, em 2005.

Com a entrada de seu neto Carlinhos, adotaria o apelido Coroneto e, ao lado de Luís Mário e Beto Sousa, seguem como a renovada formação do Trio Nordestino que grava o disco Meu Eterno Xodó em 2006 e continua até hoje em atividade, com mais de 40 discos gravados e 52 anos de carreira. O último disco Nova Geração foi lançado em 2007, sendo uma edição especial reunindo os grandes sucessos do trio em toda sua trajetória musical.


As mudanças no Trio Nordestino


Trio Nordestino - O Neném / Menina de Colo / Paixão de Beata

O Trio Nordestino com Lindu, Cobrinha e Coroné chegou a apresentar em vários programas de rádio e televisão, além de acompanhar o cantor Luiz Gonzaga em shows pelo Nordeste. Em 1969, Lindu sofre acidente de carro e fica impossibilitado de continuar nas apresentações, porém o trio continuava gravando com o aval da gravadora CBS, após gravar seus primeiros discos pela Copacabana.

No início da década de 1970, a música "Procurando Tu", do disco No Meio das Meninas se torna o maior sucesso do Trio Nordestino, que chega a ser um dos discos mais vendidos na época. Continua gravando um disco por ano, com composições de João Silva, Antônio Barros, Raimundo Evangelista, Dominguinhos, além de outros. Em 1978 lança o disco Os Rouxinhos da Bahia, cujo nome apelidaria o trio baiano que, ao lado de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, ajudaram a popularizar o forró em todo o Brasil, emplacando hits como "Carta a Maceió", "Forró Pesado", "Meu Pitiguari", "O Neném", "Na Emenda", "Chinelo da Rosinha", entre outros que se tornaram clássicos em seu repertório.

Com a morte de Lindu em 1982, Cobrinha e Coroné convidam o músico Genaro para completar o trio que continua fazendo sucesso durante toda a década de 1980, estando de volta à gravadora Copacabana. Na década de 1990, o trio tem duas baixas com a saída de Genaro e com a morte de Cobrinha. Coroné, único remanescente da formação original, chama Luís Mário e Beto (filho e afilhado de Lindu, respectivamente) para continuar com o sucesso.


A Origem do Trio Nordestino


Trio Nordestino - Procurando Tu

A primeira formação surgiria em 1957, mas duraria apenas dois anos com o vocalista Dominguinhos (na época, conhecido como Neném da Sanfona, apelido de José Domingos de Moraes) no acordeon, Miudinho (antes conhecido como Zé Minhoca, apelido de João Batista de Lima Filho) no triângulo e Zito Borborema (apelido de Manoel Vadivino de Souza) no pandeiro. Dominguinhos havia sido descoberto por Luiz Gonzaga que apadrinhou o cantor e lhe daria novo rumo ao seu sucesso após sua saída do trio, já outros integrantes também seguiriam em carreira solo. O nome "Trio Nordestino" foi dado por Helena Gonzaga, mulher de Luiz Gonzaga.

Coincidência ou não, na cidade de Salvador, Bahia, havia um Trio Nordestino criado em 1958 e já vinha animando alguns bailes de São João, cuja formação viria a ser conhecida no Rio de Janeiro e em todo o Brasil com Lindu, Cobrinha e Coroné, com o apoio de Gordurinha, um dos grandes compositores baianos na época que lançou o grupo. O primeiro disco Trio Nordestino seria gravado em 1962.

Quase ao mesmo tempo surgiria, em Alagoas, um outro Trio Nordestino formado por João Xavier, Heleno Luiz e Toninho do Acordeon (sogro de Oswaldinho do Acordeon) que iria para São Paulo tentar o seu sucesso. Chegou a gravar dois discos apenas, sendo um deles - Chorando Por Alguém - o seu grande sucesso.

Com isso, criou-se uma rivalidade entre os dois trios, levando ambos a se confrontarem na justiça na época para registrar o nome que só veio a finalizar na década de 1970, quando o trio alagoano acabou, permanecendo o Trio Nordestino baiano que já vinha estourando com um sucesso atrás do outro e vendendo mais discos.



O Trio Nordestino da Bahia


Trio Nordestino - Chupando Gelo

Criado em 1958 na cidade de Salvador, o Trio Nordestino iniciou a formação clássica do forró pé-de-serra: um sanfoneiro, um zabumbeiro e um triangleiro invocados. Lindu (voz e sanfona), Coroné (zabumba) e Cobrinha (triângulo) apareceram em disco em 1962, apimentando a música brasileira com o suingue, o humor e a sensualidade do sertão. Música de quem entende de sofrimento e de barra pesada, mas faz questão de transpirar uma alegria arretada pelos poros.

Os primeiros discos saíram pela Copacabana e trazia canções de Gordurinha ("Pau-de-Arara É A Vovozinha", "Carta 100 Erros", "Carta A Maceió"), Antônio Barros ("Chililique", "Forró Pesado", "Procurando Tu"), a iniciante dupla Dominguinhos-Anastácia ("Conversa de Motorista"), além do próprio Lindu, nome artístico de Lindolfo Barbosa. Logo, o Trio Nordestino alcançava grande popularidade em todo o Brasil.

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Fonte: http://www.trionordestino.com.br



Trio Nordestino - Forró Pesado


Um dos grandes sucessos do Trio Nordestino que faz parte do disco Forró Pesado de 1975.


Homenageado do Dia: Trio Nordestino


Trio Nordestino - Na Emenda

Um dos mais importantes nomes da música nordestina e um dos principais divulgadores do autêntico forró nos festejos juninos, o Trio Nordestino vem ocupar este espaço como Homenageado do Dia.