Playlist com Top 15 contendo as maiores composições e sucessos de Marina Lima.
2 de mai. de 2010
Marina hoje
Marina Lima - Acontecimentos
Marina sempre gostou de falar abertamente sobre política e sexualidade. É neste sentido que, em 2009, passou a escrever seu primeiro livro "Entre as Coisas" onde traz alguns artigos publicados por ela, além de entrevistas, letras, partituras e fotos, que será lançado neste ano.
Agora morando em São Paulo, também se encontra em estúdio para gravar novo cd de inéditas, desde 2006 quando lançou Lá nos Primórdios, como também busca registrar em dvd, o elogiado show Primórdios que ocorreu no mesmo ano. Atualmente, Marina possui várias canções gravadas por outros artistas como Gal Costa, Adriana Calcanhotto, Lulu Santos, entre outros, e espero (assimm como outros fãs e admiradores) que ela continue na ativa, voltando a nos presentear sempre com ótimos trabalhos como sempre fez.
"Eu espero acontecimentos..."
Agora morando em São Paulo, também se encontra em estúdio para gravar novo cd de inéditas, desde 2006 quando lançou Lá nos Primórdios, como também busca registrar em dvd, o elogiado show Primórdios que ocorreu no mesmo ano. Atualmente, Marina possui várias canções gravadas por outros artistas como Gal Costa, Adriana Calcanhotto, Lulu Santos, entre outros, e espero (assimm como outros fãs e admiradores) que ela continue na ativa, voltando a nos presentear sempre com ótimos trabalhos como sempre fez.
"Eu espero acontecimentos..."
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Marina Lima
Marina na década de 1990 e 2000
Marina Lima - Não Sei Dançar
Após a morte do pai, no período de confecção de O Chamado (1993) e o cancelamento da turnê do CD posterior a este, Abrigo, de 1995, provocado por este e outros problemas pessoais, Marina entra em depressão. Na época alegava que o empecilho eram problemas nas cordas vocais. Mesmo neste estado, inspiradíssima e notavelmente cheia de vontade de cantar, lança em 1996 o CD Registros à Meia-Voz, com versões próprias para letras de Paulinho da Viola, Zélia Duncan, Christiaan Oyens, Roberto Carlos e Erasmo Carlos. Somente em 1998 é que se pode notar os danos que a depressão causou à voz. Pierrot do Brasil é um disco magistral, mas que traz uma voz sussurrada, falada e um tanto castigada. Em 1999, Marina fez um ensaio para a revista "Playboy".
Em 2000, retorna aos palcos com Síssi na Sua, um grandioso espetáculo, com influência teatral. É nítida a deficiência vocal, apesar de não ter problemas físicos, a voz ficou comprometida com os problemas emocionais. Em 2003, no Acústico MTV, apesar de ainda deficiente, é nítida a melhora na voz. Em outubro de 2005, Marina estréia o novo show Primórdios com duas temporadas, por duas semanas em São Paulo, seguida de outra temporada em Janeiro. Essa foi a estratégia. Experimentar como funcionam as novas ideias ao vivo para depois gravar com a certeza de agradar o público. Em Agosto de 2006, lança o CD Lá Nos Primórdios, com a voz mais firme e forte. Anuncia que está fazendo aula de canto e fono, para reaprender a usar a voz.
Em Novembro de 2006 registrou o show Primórdios em DVD com show fechado no Auditório do Ibirapuera (SP). O DVD sai em Julho de 2009. Em 2007, Marina se lança na estrada com um novo show, o "Topo Todas Tour". O show é um apanhado de seus maiores sucessos com as canções inéditas de seu último disco, o elogiadíssimo Lá nos Primórdios. O show foi encerrado na metade de 2008 e deu lugar para que Marina concebesse o, ainda mais belo, Marina Lima e Trio em Concerto.
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Extraído do site http://pt.wikipedia.org/wiki/Marina_Lima
Em 2000, retorna aos palcos com Síssi na Sua, um grandioso espetáculo, com influência teatral. É nítida a deficiência vocal, apesar de não ter problemas físicos, a voz ficou comprometida com os problemas emocionais. Em 2003, no Acústico MTV, apesar de ainda deficiente, é nítida a melhora na voz. Em outubro de 2005, Marina estréia o novo show Primórdios com duas temporadas, por duas semanas em São Paulo, seguida de outra temporada em Janeiro. Essa foi a estratégia. Experimentar como funcionam as novas ideias ao vivo para depois gravar com a certeza de agradar o público. Em Agosto de 2006, lança o CD Lá Nos Primórdios, com a voz mais firme e forte. Anuncia que está fazendo aula de canto e fono, para reaprender a usar a voz.
Em Novembro de 2006 registrou o show Primórdios em DVD com show fechado no Auditório do Ibirapuera (SP). O DVD sai em Julho de 2009. Em 2007, Marina se lança na estrada com um novo show, o "Topo Todas Tour". O show é um apanhado de seus maiores sucessos com as canções inéditas de seu último disco, o elogiadíssimo Lá nos Primórdios. O show foi encerrado na metade de 2008 e deu lugar para que Marina concebesse o, ainda mais belo, Marina Lima e Trio em Concerto.
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Extraído do site http://pt.wikipedia.org/wiki/Marina_Lima
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Marina e seu sucesso nacional
Marina Lima - A Francesa
Marina muda de gravadora em 1984. De novo contrato com a Polygram, lança seu bem sucedido álbum Fullgás, que emplaca com as regravações de "Me Chama" (de Lobão), "Mesmo Que Seja Eu" (de Erasmo Carlos), "Veneno" (versão de Polacci, incluida na trilha da novela global "Selva de Pedra"), além do hit "Fullgás", de sua autoria com Antônio Cícero.
Em 1985, tem sua música "Pra Começar" como tema de abertura da novela global "Roda de Fogo" e lança o disco Todas. O sucesso alcançado nos últimos trabalhos e em turnê de seu último álbum, alcançando grandes vendagens e premiações, leva a Marina a gravar seu primeiro disco ao vivo no ano seguinte. Marina alcança projeção nacional e reconhecimento do público e da crítica que a coloca como uma das melhores cantoras e intérpretes na década de 1980. Já em 1987, grava o disco Virgem que emplaca duas músicas nas rádios - "Virgem" e o hit do verão "Uma Noite e Meia" - e ganha mais um Disco de Platina.
Em 1989, com Próxima Parada, Marina conta com as participações de Léo Gandelman e Cláudio Zoli que assina a faixa "A Francesa", grande destaque do disco que foi incluida na novela global "Top Model" e se tornando uma das músicas mais tocadas do ano. A partir de 1990, a cantora passa a assinar como "Marina Lima" em todos os seus discos.
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O começo da carreira de Marina
Marina Lima - Pra Começar
A cantora e compositora Marina Lima, apesar de carioca, é filha de pais nordestinos. Tendo morado nos Estados Unidos durante a infância e adolescência , iniciou sua carreira musical em sua volta ao Brasil. Foi em 1977 que ela deu uma composição sua ("Meu Doce Amor") para a cantora Gal Costa gravar.
Como seu irmão era poeta e filósofo, Marina resolveu musicar seus textos e passaram a ser parceiros musicais. Daí, Marina grava, em 1979, seu primeiro disco pela WEA - Simples Como Fogo - e que teve uma música ("Transas de Amor") incluida na trilha sonora da novela global "Pai Herói". No mesmo ano, participou do especial Malu 80, também exibido pela TV Globo e inspirado na série "Malu Mulher" estrelado por Regina Duarte, ao lado de outras grandes cantoras da MPB como Simone, Elis Regina, Gal Costa, Maria Bethânia, Joanna, Rita Lee, entre outras.
A partir de 1980, o sucesso de Marina começa a aumentar. Grava os discos Olhos Felizes (de 1981, que contou com participação de Caetano Veloso na faixa "Nosso Estranho Amor"), Certos Acordes (de 1982, com destaque para "Charme do Mundo") e Desta Vida, Desta Arte (de 1984). Faz participação no filme "Garota Dourada", de Antonio Calmon, onde ela atua e canta ao lado de Ricardo Graça Mello.
Como seu irmão era poeta e filósofo, Marina resolveu musicar seus textos e passaram a ser parceiros musicais. Daí, Marina grava, em 1979, seu primeiro disco pela WEA - Simples Como Fogo - e que teve uma música ("Transas de Amor") incluida na trilha sonora da novela global "Pai Herói". No mesmo ano, participou do especial Malu 80, também exibido pela TV Globo e inspirado na série "Malu Mulher" estrelado por Regina Duarte, ao lado de outras grandes cantoras da MPB como Simone, Elis Regina, Gal Costa, Maria Bethânia, Joanna, Rita Lee, entre outras.
A partir de 1980, o sucesso de Marina começa a aumentar. Grava os discos Olhos Felizes (de 1981, que contou com participação de Caetano Veloso na faixa "Nosso Estranho Amor"), Certos Acordes (de 1982, com destaque para "Charme do Mundo") e Desta Vida, Desta Arte (de 1984). Faz participação no filme "Garota Dourada", de Antonio Calmon, onde ela atua e canta ao lado de Ricardo Graça Mello.
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Marina Lima
Marina: Release
Marina Lima - Charme do Mundo
Uma carreira marcada por grandes hits, passagens inesquecíveis, frases e canções que ficaram no imaginário das pessoas. Marina Lima é, indiscutivelmente, um dos mais importantes nomes da música brasileira. Nascida no Rio de Janeiro, habitante da cidade de Washington D.C. dedos 5 aos 12 anos, pessoa do mundo influenciada pela música americana, latina e, claro, pela boa música brasileira. Um único jeito de cantar e de se expressar.
A parceria com o irmão, poeta e filósofo Antônio Cícero trouxe momentos raros de inspiração. Casamento de música, letra e dança. Marina lança o seu primeiro disco solo em 1979, fica conhecida do grande público nos anos 80, transforma-se em uma referência nos anos 90, conquistando todos os prêmios, o melhor público, reconhecimento, identidade. Um perfil único, inédito, sem estar preso a um estilo ou época.
A Marina Lima do século 21 está cada vez mais autoral, antenada, jovem e madura ao mesmo tempo. Amante dos novos sons, do que está por vir e cada vez mais inteira para dividir suas jóias com o seu público. Marina já é uma artista eterna.
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Extraído do site oficial da cantora www.marinalima.com.br
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Marina Lima - Fullgás
Com participação de Liminha, Marina canta um dos maiores clássicos de seu repertório Fullgás - ao vivo.
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Homenageada do Dia: Marina Lima
No ano em que irá comemorar 55 anos de idade, a carioca Marina Correia Lima vem ocupar este espaço para todos conhecerem um pouco de sua vida, sua carreira, bem como suas músicas que vieram a torná-la uma das maiores e competentes cantoras da música brasileira. Marina Lima é a Homenageada do Dia.
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30 de abr. de 2010
Momento Flashback: Oingo Boingo
Banda norte-americana com influências no rock alternativo e new wave, criada por Richard Elfman em 1972, inicialmente conhecida como The Mystic Knights of the Oingo Boingo. Com o passar dos anos, seu irmão Danny Elfman assume os vocais, além de compor as canções. Junto com Steve Bartek (na guitarra), Richard Gibbs (nos teclados), Kerry Hatch (no baixo), Johnny "Vatos" Hernandez (bateria) e Leon Schniederman, Sam "Sluggo" Phipps, and Dale Turner (nos sopros), mudam o nome da banda para Oingo Boingo no final da década de 1970.
O primeiro disco Only a Lad saiu em 1981. No mesmo ano, participa do filme "Longshot", tendo uma música do grupo em sua trilha sonora: "I've Got To Be Entertained". Em 1985, novamente tem suas canções incluídas em trilha sonora, agora com o filme "Mulher Nota 1000" que deu grande projeção para a banda, por emplacar hits como "Stay", "Just Another Day" e "Dead Man's Party" (todas do quarto álbum Dead Man's Party). O sucesso do Oingo Boingo ganha o mundo e, em 1988, lança sua primeira compilação Boingo Alive, disco duplo (estúdio e ao vivo) reunindo seus grandes sucessos, celebrando 10 anos de carreira.
A partir da década de 1990, a banda tem mudanças em sua formação, mudando o nome simplesmente para Boingo, mas não repete o sucesso dos álbuns anteriores. Encerra suas atividades em 1995, tendo 8 discos em sua trajetória musical, além de algumas coletâneas e participação em trilhas sonoras de outros filmes como "De Volta às Aulas" (de 1986), onde também fez participação.
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Momento Flashback
29 de abr. de 2010
A Música no Mundo e no Brasil - Parte 28
A História do Jazz - Parte IV
Em relação ao jazz moderno, é necessário compreender 4 momentos:
1. A revolução do bebop: No final da década de 1930, recusando o conformismo crescente, toda uma geração de jovens músicos resolveu derrubar os preceitos tradicionais da improvisação. A partir de 1943, elaborou-se um novo estilo: o bebop.Kenny Clarke, Thelonius Monk, Dizzy Gillespíe, Bud Powell, Fats Navarro e Charlie Parker inovaram, simultaneamente, nos planos rítmico, harmônico e melódico.
2. O cool jazz: No final da década de 1940, um novo estilo despontou - o cool jazz - nascido de três séries de experiências autônomas. Na orquestra de Claude Thornhill destacaram-se dois arranjadores de talento (Gil Evans e o saxofonista Gerry Mulligan) que se reencontraram em 1949 e 1950 na banda de Miles Davis, para quem faziam arranjos em torno de temas do bebop. Uma segunda experiência foi desenvolvida pelo pianista Lennie Tristano. A terceira tendência do cool foi representada pelos Four Brothers, formado por Herbie Steward, Stan Getz, Zoot Sims e Serge Chaloff, seguidos de Jimmy Giuffre e Al Cohn, saxofonistas da orquestra de Woody Herman, que realizaram uma síntese dos estilos de Lester Young e Clarlie Parker.
3. O hard-bop: Na metade da década de 1950, em reação ao cool jazz, uma nova geração de músicos negros retomou as raízes negras do jazz: o blues, o gospel e os cantos de trabalho, constituindo uma variante do bebop chamada de hard-bop ou jazz funky.. Nessa tendência destacaram-se conjuntos como os de Max Roach, Sonny Rollins, Art Blakey, Horace Silver e Cannonball Adderley.
4. A revolução de Coltrane: No início da década de 1960, o contrabaixista Clarlie Mingus continuou a obra de Duke Ellington criando uma música veemente e colorida, com solistas que prenunciavam o free jazz (Eric Dolphy). Como um prolongamento direto das inovações de Charlie Parker, o sax alto de Ornette Coleman alterou radicalmente os princípios estabelecidos de harmonia e improvisação. Mas, foi sem dúvida, o saxofonista Joh Coltrane quem revolucionou o jazz em 1960, através de uma experiência modal que o conduziu, em 1964, à aventura do free jazz.
E sobre o free jazz, falarei na próxima semana. Até lá!
Em relação ao jazz moderno, é necessário compreender 4 momentos:
1. A revolução do bebop: No final da década de 1930, recusando o conformismo crescente, toda uma geração de jovens músicos resolveu derrubar os preceitos tradicionais da improvisação. A partir de 1943, elaborou-se um novo estilo: o bebop.Kenny Clarke, Thelonius Monk, Dizzy Gillespíe, Bud Powell, Fats Navarro e Charlie Parker inovaram, simultaneamente, nos planos rítmico, harmônico e melódico.
2. O cool jazz: No final da década de 1940, um novo estilo despontou - o cool jazz - nascido de três séries de experiências autônomas. Na orquestra de Claude Thornhill destacaram-se dois arranjadores de talento (Gil Evans e o saxofonista Gerry Mulligan) que se reencontraram em 1949 e 1950 na banda de Miles Davis, para quem faziam arranjos em torno de temas do bebop. Uma segunda experiência foi desenvolvida pelo pianista Lennie Tristano. A terceira tendência do cool foi representada pelos Four Brothers, formado por Herbie Steward, Stan Getz, Zoot Sims e Serge Chaloff, seguidos de Jimmy Giuffre e Al Cohn, saxofonistas da orquestra de Woody Herman, que realizaram uma síntese dos estilos de Lester Young e Clarlie Parker.
3. O hard-bop: Na metade da década de 1950, em reação ao cool jazz, uma nova geração de músicos negros retomou as raízes negras do jazz: o blues, o gospel e os cantos de trabalho, constituindo uma variante do bebop chamada de hard-bop ou jazz funky.. Nessa tendência destacaram-se conjuntos como os de Max Roach, Sonny Rollins, Art Blakey, Horace Silver e Cannonball Adderley.
4. A revolução de Coltrane: No início da década de 1960, o contrabaixista Clarlie Mingus continuou a obra de Duke Ellington criando uma música veemente e colorida, com solistas que prenunciavam o free jazz (Eric Dolphy). Como um prolongamento direto das inovações de Charlie Parker, o sax alto de Ornette Coleman alterou radicalmente os princípios estabelecidos de harmonia e improvisação. Mas, foi sem dúvida, o saxofonista Joh Coltrane quem revolucionou o jazz em 1960, através de uma experiência modal que o conduziu, em 1964, à aventura do free jazz.
E sobre o free jazz, falarei na próxima semana. Até lá!
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