20 de abr. de 2011

Release: Ricky Vallen

Nascido no ano de 1978 na cidade de Volta Redonda/RJ, o pequeno Ricky já ensaiava seus primeiros passos na carreira artística ao se apresentar, já aos 9 anos de idade, em casas noturnas, bares e restaurantes em sua cidade. Apaixonado também pelas artes cênicas, enveredou então pelo teatro, tendo atuado em diversos espetáculos, o que lhe forneceu uma importante base para o que seria o seu trabalho futuro.

Mais tarde, na Rede Globo, aos 13 anos, participou do concurso de calouros mirins do programa Show do Mallandro, apresentado por Sérgio Mallandro, tendo saído vencedor. O mesmo aconteceu no ano de 2004 quando, na Rede Record, Ricky venceu espetacularmente o concurso de calouros do programa Raul Gil, conseguindo então visibilidade e reconhecimento nacional.

Por conta disto em 2006, já na Rede Bandeirantes, Ricky voltou a participar do programa Raul Gil, como convidado especial por mais 02 anos. Nesse período, pela Sony Music/BMG, lançou seu primeiro CD Homenagens com releituras de grandes sucessos da MPB, o que o colocou na disputa do 1º lugar, no ranking dos cds mais vendidos do país, com nomes como Zezé di Camargo e Luciano, Roberto Carlos, Padre Marcelo Rossi e Ivete Sangalo. Dois meses de lançamento, Disco de Ouro! Para completar sua sólida escalada rumo ao estrelato, foi indicado ao Grammy Latino 2007, tendo sido o único brasileiro a figurar numa das quatro categorias principais: "Revelação".
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Extraído do site oficial.


Ricky Vallen - Sei Lá


Um dos grandes sucessos que estouraram nos últimos meses nas rádios, incluída na trilha sonora da novela Tititi, da TV Globo, Ricky Vallen canta a música "Sei Lá", de sua autoria. Participação da modelo Roberta Almeida, irmã do diretor do clipe Rafael Almeida, produzido pela Virtus Filmes.


REVELAÇÃO MPB: Ricky Vallen



Quase ninguém ouviu falar em Weverton Carlos de Melo. Mas este é o verdadeiro nome de Ricky Vallen, famoso cantor e intérprete fluminense que iniciou sua carreira ainda na infância para ser conhecido em todo o Brasil. Por sugestão de Liza (leitora deste blog), trago Ricky Vallen como Revelação MPB desta quarta-feira.


17 de abr. de 2011

Cláudio Nucci e seus novos trabalhos

Cláudio Nucci - Amor Aventureiro

No início da década de 1990, Nucci realiza um trabalho didático-musical na Escola Parque, no Rio de Janeiro, chegando a atuar por quatro anos na criação e execução de projetos de musicalização para crianças e adolescentes. Em 1995, grava o disco independente Ê Boi, juntamente com a banda vocal mineira Nós e Voz (formada em 1982, com Maurilio Rocha, Márcio Sant'Ana, Valéria Braga, Ernani Maletta e Gláucia Quites) onde o cantou regravou sucessos de vários intérpretes como Luiz Gonzaga, Sérgio Reis, Tom Jobim, Gonzaguinha, entre outros, apresentando temas sobre a natureza e a fauna. No mesmo ano, participa do songbook de Ary Barroso junto com Clara Sandroni, vindo a ser indicado ao Prêmio Sharp de Música na categoria Melhor Disco de MPB.

Em 1998 faz participação no disco Boca Livre 20 Anos Convida e, no ano seguinte, Nucci grava o cd Casa da Lua Cheia que reúne alguns de seus grandes sucessos, inclusive nunca gravadas por ele, através de uma lei municipal de incentivo à cultura. Ainda participa do disco de Mário Adnet, homenageando Villa-Lobos. Em 2000, volta ao grupo Boca Livre, no lugar de Zé Renato, gravando músicas inéditas e um novo disco com participação da banda 14 Bis. Em 2004 sai do grupo e lança seu último disco solo Ao Mestre Com Carinho, interpretando músicas de Dorival Caymmi, em homenagem aos seus 90 anos.

Em sua carreira, Cláudio Nucci teve suas composições gravadas por Nana Caymmi (com quem já foi casado), Emílio Santiago, Roupa Nova, Zizi Possi, César Camargo Mariano, Quarteto em Cy, Joyce, Pery Ribeiro, entre outros. Como intérprete, contou com arranjos musicais de Dori Caymmi, Wagner Tiso, Eduardo Souto Neto, César Camargo Mariano, só para citar alguns.


Cláudio Nucci e seus novos rumos

Cláudio Nucci e Zé Renato - Pelo Sim, Pelo Não

Mostrando-se um ótimo compositor e violonista, Cláudio Nucci volta aos estúdios para gravar seu segundo disco em 1983 intitulado Volta e Vai, que trouxe faixas como "Amor Aventureiro", "Para Colorir" e "Quatro Vozes", esta em parceria com Danilo Caymmi. Seu terceiro disco Melhor de Três foi o último pela mesma gravadora que logo depois assinaria com a CBS.

Em 1985, retoma a parceria com Zé Renato e gravam o ótimo disco Pelo Sim, Pelo Não, com destaque para a faixa-título e "A Hora e a Vez", sendo ambas incluídas na trilha sonora da novela Roque Santeiro, da TV Globo. A partir daí iria compor várias peças musicais e projetos ligados aos trabalhos na televisão.

Em 1986 cria a Banda Zil juntamente com Zé Renato (que saiu do Boca Livre), com quem grava o disco Zil pela gravadora Continental e participa do Free Jazz Festival em 1988. Completam a formação da banda os músicos Ricardo Silveira (guitarra), Marcos Ariel (teclados), Zé Nogueira (sax), João Batista (baixo) e Jurim Moreira (bateria).


O início de Cláudio Nucci

Cláudio Nucci - Sapato Velho

Cláudio José Moore Nucci, artisticamente conhecido como Cláudio Nucci, é natural de Jundiaí, estado de São Paulo em 1956, e iniciou na música ainda na infância. Morou um tempo em Campinas até vir a mudar-se para o Rio de Janeiro para continuar com seus estudos.

O contato com a música ficou ainda mais forte ao conhecer os trabalhos de Tom Jobim, Francis Hime, Milton Nascimento e conheceu novos colegas que se tornariam amigos e parceiros como Zé Renato, Mu Carvalho, entre outros. Realiza seu primeiro show como profissional em 1976 chamado Pensamento de Momento, dirigido por Mauro Assumpção e, no ano seguinte, integraria a banda Semente, onde duraria alguns meses. Mas é junto com Zé Renato, Maurício Maestro e David Tygel, que viriam a tornar-se conhecidos nacionalmente ao criar o grupo Boca Livre (nome dado por Maurício) na sua primeira formação, gravando seu primeiro disco independente em 1979, influenciado pelo som do Clube da Esquina.

Embora tenha tido curto o tempo que ficou no grupo, saindo após o lançamento do primeiro disco, Nucci resolve partir para sua carreira solo. Com o Boca Livre, compôs um dos clássicos de seu repertório: "Toada". Em sua nova fase, Nucci grava seu primeiro compacto com as músicas "Quero Quero" e "Acontecência" seguido do disco solo pela gravadora EMI-Odeon entre 1980 e 1981. A música "Sapato Velho" foi composta em parceria com Mu Carvalho e Paulinho Tapajós e seria gravada com sucesso pelo grupo Roupa Nova. Logo, Nucci parte para uma temporada em Portugal e no Brasil, realizando shows.


Cláudio Nucci - Toada


Um dos grandes sucessos de autoria de Nucci, junto com Zé Renato e Juca Filho, quando ainda fazia parte do grupo Boca Livre. Neste clipe, Cláudio Nucci faz apresentação ao vivo no Sesc Vila Mariana em São Paulo, no início de 2009.


Homenageado do Dia: Cláudio Nucci


Cláudio Nucci - Acontecência

Na diversidade da música brasileira, encontramos muitos compositores que nem sempre têm seu espaço na mídia. Um deles é Cláudio Nucci, autor de diversas canções inesquecíveis gravadas por vários nomes da mpb, que é o Homenageado do Dia que trago neste domingo para todos conhecerem um pouco de sua vida e sua carreira.


15 de abr. de 2011

Momento Flashback: The Police


The Police - Every Little Thing She Does Is a Magic

Trio britânico formado por Sting (vocal e baixo), Andy Summers (guitarra) e Stewart Copeland (bateria) criado em 1977 quando lançou seu primeiro single "Fall Out" que saiu em um compacto, mas que somente na década de 1980 é que veio a se tornar conhecido mundialmente.

Em 1978 saiu o seu primeiro disco intitulado Outlandos d'Amour que, apesar de não ter sido bem nas vendas, deu o primeiro passo para a caminhada ao sucesso com "Roxanne" e "So Lonely". O segundo disco Regatta De Blanc veio no ano seguinte com destaque para a música "Walking On the Moon".

Após o lançamento de Zenyattà Mondatta, The Police parte em turnê para a América, vindo a ser bem recebido nos Estados Unidos com seu disco entre os 10 mais vendidos, mesclando o new wave com ritmos jamaicanos como o reggae. O sucesso repete com o LP Ghost In the Machine, destacando os hits "Every Little Thing She Does Is Magic" e "Invisible Sun" e vem a ser indicado à premiação do Grammy Award, ganhando e reconhecido como melhor grupo.

The Police gravou 6 discos em apenas seis anos de atividade, vindo a encerrar em 1986, tendo seus integrantes partindo para projetos pessoais. Após sucessivas reuniões prevendo o retorno aos palcos, The Police retornou em 2007 para matar saudades dos fãs saudosos em todo o mundo, realizando shows em vários países (inclusive o Brasil onde esteve em 1982), vindo a encerrar em definitivo em 2008. Entre os clássicos do repertório do The Police estão "Every Breath You Take", "King Of Pain", "Message in a Bottle", entre outros.


14 de abr. de 2011

A Música no Mundo e no Brasil - Parte 59

Beto Dias - Sin Sabeba

O Kizomba é reconhecido como um ritmo africano de origem angolana, desenvolvido principalmente desde os fins dos anos 70 princípios dos anos 80. Os primeiros kizombas surgem com uma banda Angolana que na altura pertencia as forças armadas popular de libertação de Angola (FAPLA), os Fachos, liderados por Abel da samba. No entanto, os músicos que mais influenciaram o estilo, levando à consolidação do estilo, no inicio da década de 90, ao ponto de ficarem conhecidos como os pais do kizomba foram Paulo Flores, Ruca Van-Dúnem e Eduardo Paím.

No entanto, como nasceu num continente de efervescente historial de música, kizomba é o resultado da evolução: Gerações jovens, ao ouvir música tradicional como o semba (umbigada), sentiram que estava a faltar algo – um toque moderno e sensual. Adicionando um ritmo lento e extremamente sensual nasceu o kizomba.

A Kizomba é, portanto, uma mescla de ritmos e de sabores, uma dança plena de calor e de sensualidade que propicia uma verdadeira cumplicidade e empatia entre o par. Dançar kizomba é considerado como uma experiência única. Muito juntos ao pé um do outro, parceiros movem-se de uma maneira sensual, onde conduzir e ser conduzido encontra uma nova dimensão.

As letras têm muitas vezes como base o tema do eros e da paixão. Ao ouvir o ritmo sensual, cada um dos pares move-se de forma suave, não raro causando excitação sexual no parceiro devido aos movimentos bastante sugestivos. Essa excitação é tida como normal e apreciada como parte integrante da experiência musical proporcionada pelo ritmo único do Kizomba. Libertinoso, incita a folia.

Uma dança a dois, quente, suave, contagiante e sensual, que propicia uma verdadeira cumplicidade entre os corpos. Os vários cantores de Kizomba incitam com as suas letras e ritmos contagiantes um ritmo cada vez mais quente e apaixonado. Ideal para se conquistar uma rapariga pela dança. Nos últimos tempos, especialmente em Angola tornou-se popular uma evolução, por assim dizer da Kizomba. A Tarrachinha é uma dança ainda mais erógena e sensual onde se confundem os corpos, e o homem e a mulher numa sabedoria de passos caminham lado a lado e quase que colados.

Existem três estilos de passo no kizomba:
1. Passada — estilo clássico
2. Tarraxinha (ou tarrachinha)
3. Quadradrinha
4. Ventoinha

O estilo de dança é conhecido por ser muito sensual. É conhecido por ter um ritmo lento, insistente e um tanto quanto forte e ainda assim sensual. Incita e acede a chama de paixão no momento promovendo a troca livre de sensações físicas desmedidas.
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Extraído do site Wikipédia.