Um dos grandes mestres do samba brasileiro que completou 100 anos de seu nascimento em outubro do ano passado, Nelson Cavaquinho é o Homenageado do Dia neste domingo.
Peter Paul Cetera nasceu na cidade de Chicago, estado de Illinois, nos Estados Unidos, no ano de 1944. Na adolescência, aprendeu a tocar guitarra e baixo, e passou a fazer parte de alguns grupos, entre eles, The Exception em 1964 e Chicago em 1967.
Com o Chicago, Peter foi vocalista e baixista, chegando a gravar vários discos e se consolidando como uma das maiores bandas da década de 1970. A popularidade, porém, foi diminuindo em 1978 com a morte do guitarrista Terry Kath, fato que gerou uma crise entre seus integrantes, levando a gravadora a romper o contrato com o grupo.
Em 1981, Peter se preparava pra gravar seu primeiro trabalho solo, embora ainda mantinha vinculado com o grupo. Em razão das divergências de opiniões em torno dos trabalhos paralelos entre ele e o grupo Chicago que passava por mudanças em sua formação, além da superação dos problemas pessoais em relação às drogas, Peter já estava decidido a deixar o grupo que o tornou famoso e partir de vez para a carreira solo, concretizando em 1985.
Neste mesmo ano, Peter Cetera entra em estúdio para gravar e produzir seu segundo álbum solo intitulado Solitude/Solitaire. Durante a gravação, recebe convite dos produtores do filme Karatê Kid II, estrelado pelos atores Pat Morita e Ralph Macchio, para compor uma música para sua trilha sonora. Nasce então a canção "Glory of Love", que se torna um grande sucesso, sendo o principal tema do filme, rendendo indicações ao Grammy e ao Oscar.
Graças a este sucesso, além da música "The Next Time I Fall", gravada em dueto com a cantora Amy Grant, deram prestígio ao trabalho de Peter Cetera que ganhou seu primeiro Disco de Platina pelas vendagens de seu segundo disco. Dois anos depois, grava One More Story, seu terceiro disco, mas não repetindo o sucesso do álbum antecedente.
Com 8 discos gravados, incluindo seu último cd dedicado ao Natal (You Just Gotta Love Christmas, gravado em 2004), Peter Cetera continua cantando e dedicando às suas atividades pessoais.
O techno surgiu em Detroit, na década de 80. Nasceu da mistura de Kraftwerk, uma das primeiras bandas a fazer música com sintetizadores, com o funk de George Clinton. Antigamente, toda música que era feita exclusivamente pelo computador, era chamada de techno. Depois foram surgindo suas variações e sub estilos. Hoje em dia, o maior evento techno do mundo é a Love Parade, que rola todo ano em Berlim, na Alemanha.
Quanto ao ritmo, sem dúvida é o estilo da música eletrônica mais pesado e agressivo que tem. É o chamado "bate-estaca", por ter batidas repetitivas (sempre 4 x 4, nunca batidas quebradas), mecânicas e não usar nenhum tipo de instrumento ou vocal. Os primeiros DJs e produtores de techno foram Kevin Saunderson, Juan Atkins, e Derrick May. Dentre as vertentes do techno, destacam-se o Acid Techno, que mistura o peso do techno com a progressão do trance; e o Tech-house, o house mais pesado, um techno mais suingado. O techno de Detroit é considerado o mais pesado e acelerado. Não usa vocais, apenas instrumentos analógicos, como o Roland TR-808.
Com influências musicais na mpb, Juliana já cantava desde a adolescência, chegando a participar do coral da Escola Rudolf Steiner, em São Paulo, como uma de suas primeiras experiências em palco. Com o coral da escola, Juliana se apresentou no Carnegie Hall, em Nova York nos Estados Unidos, aos 17 anos de idade.
Meses depois, veio a se formar em Artes Plásticas pela Faculdade de Artes Plásticas - FAAP, sem abandonar a música. Musicando poemas de sua irmã e psicanalista Maria Rita Kehl, Juliana buscou mesclar diversos ritmos pra seguir seu próprio estilo e chamou o amigo, compositor e músico Gustavo Ruiz para produzir e dirigir seu primeiro disco independente que saiu em 2009, além de compor a música "Diadorim: O Sertão É do Lado de Dentro". Além de Gustavo, Juliana ainda contou com as participações do cantor e compositor Junio Barreto e a cantora e instrumentista Karina Buhr neste trabalho.
A partir de 2011, passou a dedicar em novos projetos, inclusive na produção de seu segundo disco que deverá ser lançado em breve.
Cantora, compositora e artista plástica paulista, Juliana Kehl vem para ser destaque no blog como mais um dos novos talentos da nossa música. É a Revelação MPB desta quarta-feira.
Mesmo durante a Ditadura Militar, Elis foi poupada pelos militares pelas críticas feitas em razão de sua alta popularidade junto ao público. Participou de várias manifestações em que exigiam a anistia aos cantores e amigos exilados neste período. Após gravar o disco Falso Brilhante em 1975, do seu show homônimo de maior sucesso de público e crítica que durou dois anos, Elis aproveitava para contar um pouco de sua vida, sua carreira, sem poupar as críticas em relação ao regime. Deste mesmo disco, trouxe uma das interpretações mais marcantes de sua carreira com a música "Como Nossos Pais", de Belchior.
Em 1979, grava o disco Essa Mulher pela gravadora WEA, após sair da Polygram, que trouxe uma das faixas mais conhecidas na voz de Elis Regina. De João Bosco e Aldir Blanc (de quem já gravou outros sucessos como "Dois Pra Lá, Dois Pra Cá"), a música "O Bêbado e a Equilbrista" se torna um hino da anistia ao fim do Regime Militar de 1964 e passa a fazer shows pelo exterior.
Após gravar mais dois discos, Elis Regina se separou de seu marido César Camargo Mariano em 1981 e buscou se engajar na política. Porém, no dia 19 de janeiro de 1982, veio a falecer no Hospital das Clínicas aos 36 anos de idade, de overdose de cocaína, no auge de sua carreira, causando enorme comoção popular.
No dia 07 de dezembro de 1967, Elis Regina casa-se com o compositor e produtor musical Ronaldo Bôscoli, no Rio de Janeiro. Ambos se conheceram no programa apresentado por Elis e Jair e, mais tarde, Ronaldo iria dirigir, com Miéli, um show de Elis no Rio de Janeiro.
No início de 1968, Elis grava a música "Upa, Neguinho", de Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri. Em 1970, nasce o primeiro filho do casal: João Marcello Bôscoli. A cantora, então, passa a conciliar a carreira com a família. Já consagrada, preocupa-se em lançar novos compositores na mpb, entre eles, Ivan Lins (de quem gravou "Madalena"), Milton Nascimento (com "Canção da América"), entre outros.
Com uma voz poderosa e um estilo muito pessoal de interpretação, em meados da década de 1970 alcança grande amadurecimento profissional. Em 1972, Elis e Ronaldo se separam e, dois anos depois, a cantora grava novo disco com o cantor e compositor Tom Jobim em Los Angeles, nos Estados Unidos. O disco Elis e Tom, lançado pela Polygram, foi considerado um dos melhores trabalhos da nossa música brasileira de acordo com a crítica musical e trouxe alguns clássicos interpretados por eles como "Só Tinha de Ser Com Você" e "Águas de Março". Foi neste trabalho, que Elis conheceu César Camargo Mariano, um dos arranjadores do disco ao lado de Tom, com quem se casaria meses depois e terão dois filhos: Pedro Mariano e Maria Rita.
Elis Regina nasceu no dia 17/03/1945 em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Com 11 anos de idade, se apresentou na Rádio Farroupilha, cantando no Programa Clube do Guri, sendo sua primeira experiência como cantora. Em 1959, veio a ser contratada pela Rádio Gaúcha, tornando-se principal atração do Programa Maurício Sobrinho.
Em 1960, Elis Regina se muda para o Rio de Janeiro e gravou seu primeiro compacto, além de fazer algumas apresentações na TV. No ano seguinte veio seu primeiro LP Viva a Brotolândia e, em seguida, regressa a Porto Alegre. Meses depois, retorna ao Rio para gravar mais dois discos. A mudança em definitivo para a capital fluminense veio em março de 1964, onde iria se apresentar nas boites noturnas do Rio de Janeiro.
Em 1965, a TV Excelsior de São Paulo realiza o primeiro Festival de Música Popular Brasileira, onde iriam surgir novos nomes no cenário musical brasileiro. Elis Regina consagra-se nacionalmente como cantora ao vencer o festival, interpretando a música "Arrastão", de Vinícius de Moraes e Edu Lobo. No mesmo ano, faz sua estréia na televisão ao lado do cantor Jair Rodrigues no programa O Fino da Bossa, na TV Record, que fica por dois anos.