História da Rádio Sociedade - 1ª Parte - A Rádio Sociedade do Rio de Janeiro
A primeira emissora de rádio do Brasil foi inaugurada no dia 20 de abril de 1923 com a Rádio Sociedade, criada por um grupo de cientistas e intelectuais do Rio de Janeiro, liderado pelo médico, escritor e antropólogo Edgard Roquette-Pinto, que foi considerado o pai da radiodifusão no país e diretor da nova rádio. O objetivo era educacional, visando divulgar ciência e cultura aos ouvintes.
Dois anos após seu início, a rádio começa a se consolidar devido às novas instalações e equipamentos necessários à sua divulgação. Contudo, no decorrer dos anos, vão surgindo novas rádios comerciais e a Rádio Sociedade começa a sentir os efeitos da concorrência, ficando pra trás e vendo perder boa parte de sua audiência.
Temendo prejuízos, Edgard resolve doar a rádio para o governo federal, vinculando ao Ministério da Educação em 1936, a fim de continuar seu caráter educacional. Até hoje, permanece com o governo federal, passando a se chamar Rádio Ministério da Educação (Rádio MEC).
Simone Guimarães é considerada uma das maiores revelações de sua geração. Cantora, compositora e instrumentista nascida em Santa Rosa de Viterbo, interior de São Paulo, canta e toca desde oito anos. Venceu vários festivais e profissionalizou-se aos 19 anos, atuando nos principais palcos das cidades do nordeste paulista.
Durante todos esses anos, onde leva sua arte tem sido sucesso de público e de crítica, com especial louvor à sua refinada interpretação vocal. Além de compor canções repletas de sensibilidade que fala do que há de mais singelo nas relações humanas, possui um talento admirável para criar um tema.
O primeiro CD solo, lançado em 1996 foi fruto de uma pesquisa em torno do fenômeno da Piracema. Com títo homônimo, neste trabalho Simone Guimarães interpreta canções de sua autoria entre outras.
A convite, participou do songbook de Tom Jobim, interpretando a música "O Pato Preto".
Ainda em 1996, da parceria com dois grandes instrumentistas da atualidade - os violonistas Olmir Stoker (Alemão) e Zezo Ribeiro, resultou o CD Cordas Versos Cordas.
Em 1997, lança pelo selo Tiê Musical (RJ) o CD Cirandeiro, que conquista a crítica e o meio musical brasileiro definitivamente, e é apontada como uma das maiores artistas da nova geração. Seu CD ganha duas indicações para o Prêmio Sharp (melhor cantora e melhor arranjo), e tem três faixas incluídas em novelas: "Cirandeiro", que entra para a trilha de "A Indomada", da TV Globo; e "Brincadeira de Coroar" e "Estrela do Meu Bem Querer", ambas de sua autoria (a última em parceria com Cristina Saraiva), que integram a trilha de "Serras Azuis", da TV Bandeirantes.
Em 1998, em crescente produção, Simone Guimarães lança seu novo CD Aguapé (Tiê/CID), que conta com as participações especiais de Elba Ramalho, Ivan Lins, Danilo Caymmi e Zé Renato - artistas que como tantos outros apostam e incentivam a carreira de Simone. Mais uma vez, a direção musical e os arranjos têm a marca do talentoso e dedicado trabalho de Maurício Maestro ( Boca Livre) e a banda inclui alguns dos melhores músicos da atualidade, como Leandro Braga, Jorge Helder, João Carlos Coutinho, Márcio Mallard e tantos outros "craques" da música.
"Aguapé" registra ainda a consolidação da Simone compositora, e um crescente amadurecimento de sua parceria com Cristina Saraiva (a dupla registra nesse CD 5 faixas).
Recebida pelo meio musical como uma artista fora de série, Simone Guimarães faz participações especiais em shows de Ivan Lins, César Camargo Mariano, Leila Pinheiro e Boca Livre, e recebe em seu palco Fagner, MPB4 e Leila Pinheiro.
É o reconhecimento dessa artista, que vem do interior de São Paulo, numa trajetória firme, de grande coerência e coragem na defesa da música brasileira. Quem ganha, naturalmente, e a Música Popular Brasileira, que vê surgir mais um grande talento para ficar na sua história.
Cantora de grande talento que já vem mostrando um trabalho sério e dedicado na música, Simone Guimarães é a Revelação MPB que trago hoje para todos conhecerem um pouco de sua vida e carreira.
A cada trabalho lançado, o grupo Roupa Nova foi mostrando amadurecimento nas composições e na harmonia instrumental e vocal. As canções, que em sua maioria falavam de amor, caíram no gosto do público e até mesmo dos produtores da TV Globo que utilizavam as músicas do grupo nas trilhas sonoras das novelas, a exemplo de "Dona" (da novela Roque Santeiro, de Dias Gomes), "Chama" (da novela Que Rei Sou Eu, de Cassiano Gabus Mendes), "Coração Pirata" (da novela Rainha da Sucata, de Silvio de Abreu), "A Viagem" (da novela A Viagem, de Ivani Ribeiro), entre outras.
Após uma década marcada por vários prêmios e reconhecimento por seu trabalho, o Roupa Nova ainda foi responsável por criar e fazer arranjos de várias vinhetas que se tornaram conhecidas como o Tema da Vitória de Ayrton Senna (composto por Eduardo Souto Neto), o tema do Rock In Rio, entre outros. Em 1991 lança seu primeiro disco ao vivo reunindo sucessos de sua carreira e trazendo duas canções inéditas: "Felicidade" (incluída na trilha da novela homônima) e "Começo, Meio e Fim". Nos dois anos seguintes, grava um disco em espanhol e o disco De Volta Ao Começo, reunindo interpretações de outros artistas.
Em 2004, para marcar uma nova fase do grupo com lançamento de sua própria gravadora, grava o cd e dvd RoupAcústico no Olympia, em São Paulo, reunindo seus maiores sucessos ao vivo e em versões acústicas, acompanhado de várias participações especiais.
Com mais de 20 discos gravados em 32 anos de carreira, seu trabalho mais recente foi lançado neste ano de 2012 reunindo cd, dvd e documentário intitulado Cruzeiro Roupa Nova, com músicas inéditas e algumas regravações, dirigido por Ricardo Feghali.
O início da história do grupo remete às décadas de 1960 e 1970, no Rio de Janeiro, com a origem de duas bandas antes da formação atual que nós conhecemos.
No final da década de 1960, foi criada a banda Los Panchos Villa formada por Ricardo Feghali, Jandira Feghali (irmã de Ricardo), Paulinho e Kiko Cataldo que buscava animar bailinhos nas noites cariocas até meados da década de 1970. Logo depois a banda Os Famks criada em 1968 por membros da família Cataldo, entre eles, Kiko Cataldo (que saiu da banda Los Panchos Villa) e, pouco depois, vieram os integrantes Nando e Cléberson Horsth e várias mudanças ocorreram durante sua formação com o passar do tempo até 1979 quando chegou o baterista Serginho Herval para compor o grupo.
Dessa forma, os integrantes Cléberson, Nando, Ricardo, Paulinho, Kiko e Serginho ficaram mais unidos e continuaram a tocar e animar em vários lugares no Rio de Janeiro. Em 1980, o produtor musical e compositor Mariozinho Rocha convidou o grupo para gravar uma vinheta para uma rádio local e ficou impressionado com o talento dos rapazes e resolveu convidá-los a entrar em estúdio para gravar o primeiro disco do grupo sob sua produção. Muda, então, o nome Os Famks para Roupa Nova (em alusão a uma das músicas de Milton Nascimento) e inicia uma nova trajetória de sucesso, vindo a consolidar-se como um dos grupos mais populares do país.
O primeiro disco foi gravado em 1981 com 10 canções e trouxe o primeiro hit da carreira com "Sapato Velho". Mariozinho ainda produziu os dois discos seguintes gravados em 1982 e 1983 e os novos sucessos foram aparecendo e agradando ao público e a crítica musical como "Canção de Verão", "Anjo" e "Clarear", entre outros.
Com mais de 30 anos de carreira, o grupo Roupa Nova já coleciona vários sucessos que marcaram sua trajetória musical, tanto pela harmonia e composição de suas próprias canções quanto pela popularidade conquistada junto ao seu público. Por isso tudo é que vem neste domingo ser o Homenageado do Dia aqui no blog.
Banda pop britânica criada em Manchester, na Inglaterra, por Bernard Sumner (vocais), Peter Hook (baixo) e Stephen Morris (sintetizadores e bateria), ex-integrantes da Joy Division (clique no nome para mais detalhes), um mês após a morte de Ian Curtis em maio de 1980.
Assim, Sumner, Hook e Morris começaram a fazer novas experimentações na música, buscando um ritmo que viesse a identificar o novo som da New Order. No começo foi difícil. Convidam a tecladista Gilian Gilbert (namorada na época e atual esposa de Morris) e gravam as primeiras canções em estúdio, lançando o primeiro single "Ceremony", com letra de Ian em 1981 e seu primeiro compacto Procession. Já o primeiro disco oficial Movement foi lançado em novembro do mesmo ano.
Marcando a transição entre o rock pós-punk e a música eletrônica, New Order foi aos poucos conquistando seu espaço na música pop internacional com novos trabalhos gravados nos anos seguintes com Power, Corruption and Lies(de 1983), Blue Monday (single lançado em vinil de 12 polegadas em 1983)e Low-Life (de 1985). Com o quarto disco Brotherhood, de 1986, a banda conquista os Estados Unidos com o sucesso do single "Bizarre Love Triangle".
Inicia uma série de shows em vários países, inclusive o Brasil. Em 1993, Nos integrantes dão uma pausa nas suas atividades retornando em 1998. Voltam com novo disco em 2001 com Get Reader, apresentando novas mudanças no som da banda. Em 2005 apresentam novo integrante na banda com a entrada de Phil Cunningham, após a saída de Gilian e lançam o oitavo disco Waiting for the Sirens' Call. Em 2006 lançam um dvd com documentário sobre os 25 anos da banda e, um ano depois, Peter Hook sai da banda alegando divergências com demais integrantes, fato que levou a uma nova pausa na carreira da New Order.
Em 2011, a banda retorna sem Hook e contando com a volta de Gilian na formação, passando a ser um quinteto. Até final deste ano de 2012, New Order lançará seu novo EP intutulado Lost Sirens com faixas que ficaram de fora do último trabalho.